29 de set. de 2009
25 de set. de 2009
24 de set. de 2009
FOTO DOS MEMBROS QUE FAZEM PARTE DA UNIDADE EXECUTORA
EQUIPE DE GESTORES , PROFESSORES E ALUNOS, NUMA REUNIÃO PARA ACOMPANHAR OS RECURSOS DO (PDDE)
NOTA DE ESCLARECIMENTO
Com a ampliação do Programa Dinheiro Direto da Escola (PDDE) para o ensino médio e a educação infantil, as escolas públicas dessas etapas de ensino deverão criar unidades executoras para receber recursos do programa. A unidade executora é uma sociedade civil com personalidade jurídica de direito privado, que tem como objetivo gerir a verba transferida. Em geral, as formas mais comuns de unidade executora são os caixas escolares, os círculos de pais e mestres ou as associações de pais e professores.
Para auxiliar as escolas a formar suas unidades executoras, está disponível na página eletrônica do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) o Manual de Orientação para Constituição de Unidade Executora. O manual também mostra como administrar a unidade executora.
“As escolas com mais de 50 alunos são obrigadas a ter a unidade executora para receber os recursos, e aquelas que têm menos podem receber via prefeitura ou governo do estado”, afirma o coordenador-geral do programa, José Maria Rodrigues de Souza.
Destinação – Os recursos do PDDE servem para compra de material de consumo; manutenção, conservação e reparos na unidade escolar; e pequenos investimentos em bens permanentes, como a aquisição de aparelhos de som.
O programa também transfere recursos para ações previstas no PDE Escola, incluindo a acessibilidade através da adequação dos prédios e instalações de ensino públicos, além de financiar a implantação da educação integral e o funcionamento das escolas nos fins de semana. Em 2008, o PDDE transferiu R$ 708 milhões para mais de 130 mil escolas. Este ano, com a ampliação ao ensino médio e à educação infantil, o orçamento cresceu para R$ 920,5 milhões.
NOTA DE ESCLARECIMENTO
Com a ampliação do Programa Dinheiro Direto da Escola (PDDE) para o ensino médio e a educação infantil, as escolas públicas dessas etapas de ensino deverão criar unidades executoras para receber recursos do programa. A unidade executora é uma sociedade civil com personalidade jurídica de direito privado, que tem como objetivo gerir a verba transferida. Em geral, as formas mais comuns de unidade executora são os caixas escolares, os círculos de pais e mestres ou as associações de pais e professores.
Para auxiliar as escolas a formar suas unidades executoras, está disponível na página eletrônica do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) o Manual de Orientação para Constituição de Unidade Executora. O manual também mostra como administrar a unidade executora.
“As escolas com mais de 50 alunos são obrigadas a ter a unidade executora para receber os recursos, e aquelas que têm menos podem receber via prefeitura ou governo do estado”, afirma o coordenador-geral do programa, José Maria Rodrigues de Souza.
Destinação – Os recursos do PDDE servem para compra de material de consumo; manutenção, conservação e reparos na unidade escolar; e pequenos investimentos em bens permanentes, como a aquisição de aparelhos de som.
O programa também transfere recursos para ações previstas no PDE Escola, incluindo a acessibilidade através da adequação dos prédios e instalações de ensino públicos, além de financiar a implantação da educação integral e o funcionamento das escolas nos fins de semana. Em 2008, o PDDE transferiu R$ 708 milhões para mais de 130 mil escolas. Este ano, com a ampliação ao ensino médio e à educação infantil, o orçamento cresceu para R$ 920,5 milhões.
23 de set. de 2009
22 de set. de 2009
III FEIRA ESTADUAL DE CIÊNCIAS E CULTURA
Palavras Chaves: corrente elétrica. Campo magnético. Indução magnética.
Autores:
Aluno- Rodrigo Gonçalves de Sousa
Aluna-Antonia Crislane Ferreira de Sousa
João Ribeiro da Costa- (professor de física)
INTRODUÇÃO
A presença do campo magnético em nosso dia-a-dia tem sido de fundamental importância para o desenvolvimento e progresso da humanidade e conseqüentemente para melhoria da qualidade de vida da população. Podemos verificar a presença deste campo em diversas situações do cotidiano como, por exemplo, no funcionamento de motores, nas campainhas residenciais e dos aparelhos telefônicos, nos circuitos elétricos etc
PLEBISCITO
"Foi realizado no dia vinte um de setembro um plebiscito para a escolha do novo nome da escola Guaraciaba do Norte , por definição de lei do Governo do Estado do Ceará. Os nomes que concorrerãm foram: Maria Marina Soares (professora e diretora por 12 anos e Vicente Nobre de Sousa , prefeito na época que doou o terreno para a construção e Raimundo Gomes Sobrinho (coordenador e supervisor da construção. Votaram membros da comunidade , sendo o resultado final 501 para Marina Soares , 70 para José Raimundo Gomes e 438 para Vicente Nobre, tivemos ainda 10 brancos e 09 nulos, ficando a consulta pública encerrada e o nome indicado pela comundade escolar que foi o da Professora Maria Marina Soares" .
26 de jan. de 2009
Texto para refletir
CORRER RISCOS
Rir é correr risco de parecer tolo.Chorar é correr o risco de parecer sentimental.Estender a mão é correr o risco de se envolver.Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.Defender seus sonhos e idéias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas.Amar é correr o risco de não ser correspondido.Viver é correr o risco de morrer.Confiar é correr o risco de se decepcionar.Tentar é correr o risco de fracassar.Mas os riscos devem ser corridos, porque o maior perigo é não arriscar nada.Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada.Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas elas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem.Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.Somente a pessoa que corre riscos é livre!
CORRER RISCOS
Rir é correr risco de parecer tolo.Chorar é correr o risco de parecer sentimental.Estender a mão é correr o risco de se envolver.Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.Defender seus sonhos e idéias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas.Amar é correr o risco de não ser correspondido.Viver é correr o risco de morrer.Confiar é correr o risco de se decepcionar.Tentar é correr o risco de fracassar.Mas os riscos devem ser corridos, porque o maior perigo é não arriscar nada.Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada.Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas elas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem.Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.Somente a pessoa que corre riscos é livre!
Blogg da Reunidas
A Parábola da Caixinha
Um granjeiro pediu certa vez a um sábio, que o ajudasse a melhorar sua granja, que tinha baixo rendimento. O sábio escreveu algo em um pedaço de papel e colocou em uma caixa, fechou e entregou ao granjeiro, dizendo: "Leva esta caixa por todos os lados de sua granja, três vezes ao dia, durante um ano".
Assim fez o granjeiro. Pela manhã, ao ir ao campo segurando a caixa, encontrou um empregado dormindo, quando deveria estar trabalhando. Acordou-o e chamou sua atenção. Ao meio dia, quando foi ao estábulo, encontrou o gado sujo e os cavalos sem alimentar.
E à noite, indo à cozinha com a caixa, deu-se conta de que o cozinheiro estava desperdiçando os gêneros. A partir daí, todos os dias ao percorrer sua granja, de um lado para outro, com seu amuleto, encontrava coisas que deveriam ser corrigidas.
Ao final do ano, voltou a encontrar o sábio e lhe disse: "Deixa esta caixa comigo por mais um ano; minha granja melhorou o rendimento desde que estou com o amuleto." O sábio riu e, abrindo a caixa, disse:- "Podes ter este amuleto pelo resto da sua vida." No papel havia escrito a seguinte frase: "Se queres que as coisas melhorem, deves acompanhá-las constantemente."
Um granjeiro pediu certa vez a um sábio, que o ajudasse a melhorar sua granja, que tinha baixo rendimento. O sábio escreveu algo em um pedaço de papel e colocou em uma caixa, fechou e entregou ao granjeiro, dizendo: "Leva esta caixa por todos os lados de sua granja, três vezes ao dia, durante um ano".
Assim fez o granjeiro. Pela manhã, ao ir ao campo segurando a caixa, encontrou um empregado dormindo, quando deveria estar trabalhando. Acordou-o e chamou sua atenção. Ao meio dia, quando foi ao estábulo, encontrou o gado sujo e os cavalos sem alimentar.
E à noite, indo à cozinha com a caixa, deu-se conta de que o cozinheiro estava desperdiçando os gêneros. A partir daí, todos os dias ao percorrer sua granja, de um lado para outro, com seu amuleto, encontrava coisas que deveriam ser corrigidas.
Ao final do ano, voltou a encontrar o sábio e lhe disse: "Deixa esta caixa comigo por mais um ano; minha granja melhorou o rendimento desde que estou com o amuleto." O sábio riu e, abrindo a caixa, disse:- "Podes ter este amuleto pelo resto da sua vida." No papel havia escrito a seguinte frase: "Se queres que as coisas melhorem, deves acompanhá-las constantemente."
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